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sábado, 28 de julho de 2012

O coringa

Foto por Andressa Sipariba.
Estou curioso a respeito de James E. Holmes. Para quem não sabe, o rapaz que abriu fogo contra uma platéia de cinema recentemente no Colorado, EUA. Mas talvez minha curiosidade não transite pelos caminhos mais comuns, e isto me motivou a escrever algo a respeito. Pois se a necessidade de explicações nos é comum, e bastante justificável, o caminho que damos à curiosidade pode produzir explicações mais, ou menos, desumanizadoras. Mais que isso, explicações mais, ou menos, produtivas.

terça-feira, 26 de junho de 2012

Muito além da “perversão”: um estudo transversal da Verleugnung - parte 3


(continuado do post anterior...)

O fetichismo e o texto freudiano a ele dedicado tornaram-se o principal ponto de ancoragem de grande parte do discurso psicanalítico dedicado ao campo da perversão. Valas (1990), por exemplo, escreve:

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Muito além da “perversão”: um estudo transversal da Verleugnung - parte 2

(continuado do post anterior...)


Limitações de ordem prática nos impedem de fazer aqui um retorno atento a Sobre o narcisismo: uma introdução (Freud, 1914/1996), mas basta dizer que é possível, a partir deste texto, construir a hipótese segundo a qual, descontados os estereotipados coadjuvantes das fantasias neuróticas, os expedientes narcísicos disseminam-se também pelo continuum neurose-psicose, tendo seu ápice de explicitação certamente não em um terceiro pólo, mas talvez no represamento libidinal e conseqüente desligamento do mundo externo típico do campo psicótico.

terça-feira, 24 de abril de 2012

Muito além da “perversão”: um estudo transversal da Verleugnung

O artigo a seguir foi rejeitado para publicação em um periódico de Psicanálise; talvez, pois, as ideias estejam ainda desencontradas. Mas acredito que valha para introduzir a questão: como pensar a Verleugnung dentro desta abordagem desconstrucionista da perversão que venho sugerindo nos posts?