Dois dos pressupostos dos quais Freud se ocupa bastante no primeiro de seus Três ensaios sobre a teoria da sexualidade, decididamente no sentido de equivocá-los, são o alcance limitado do que se considera ‘perversão’ e seu caráter patológico. O texto, aliás, se inicia deixando claro que quem está na berlinda é a normalidade, a “suposta norma” (Freud, 1996 [1905], p. 128).